Alunos de Jaguariaíva criam jornal do futuro em projeto diversificado
Robôs professores, viagens a Marte e chuva de diamantes saíram da imaginação do quinto ano C da Escola Rosa Maria Collete da Rocha Leite em atividade com o Jornal da Manhã, que levou alunos a 2080

O quinto ano C da Escola Municipal Professora Rosa Maria Collete da Rocha Leite, em Jaguariaíva, da professora Franciele Borges da Silva de Oliveira, produziu o ‘Jornal do Futuro — Ano 2080’, projeto pedagógico voltado à leitura, à escrita, à criatividade e à imaginação. A docente destaca que a proposta incentivou os estudantes a assumirem o papel de jornalistas e a imaginarem como poderá ser o mundo daqui a mais de meio século.
"Durante a atividade, os estudantes assumiram o papel de jornalistas do futuro e imaginaram como poderá ser o mundo no ano de 2080. A proposta incentivou a criação de manchetes, notícias e narrativas, desenvolvendo a organização das ideias, a produção textual e a expressão criativa dos alunos", relata a educadora, no trabalho que teve como apoio as edições impressas do Jornal da Manhã.
Entre as produções, Franciele elenca histórias que misturaram imaginação e humor: robôs professores, aulas virtuais ainda mais modernas e famílias escolhendo em qual planeta acontecerão as formaturas dos filhos. Segundo uma das notícias criadas pela turma, o planeta Marte está entre os mais votados para receber esse grande evento.
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"Os alunos também criaram histórias curiosas e divertidas, como uma vara de pescar futurista utilizando um ser humano como isca, além de uma notícia sobre um avião sendo atropelado por um tubarão gigante na água. Outras produções abordaram chuva de diamantes, pessoas viajando em meteoros, novas espécies descobertas em parques futuristas e diferentes planetas coloridos, como o planeta rosa, azul, amarelo e laranja", pontua a professora.
Uma das narrativas, aponta a docente, contou a história de uma personagem que estava no ano de 2026 e, após dormir, sonhou que havia acordado em 2080. Ao olhar pela janela, percebeu que o mundo estava completamente diferente, repleto de tecnologias avançadas e acontecimentos surpreendentes.
"A atividade proporcionou momentos de participação, imaginação e interação entre os estudantes, fortalecendo habilidades importantes como leitura, escrita, oralidade, interpretação e criatividade. Além disso, os alunos puderam compreender melhor a estrutura de um jornal, trabalhando títulos, manchetes e organização das informações", acrescenta a educadora.
O projeto se encerrou com o compartilhamento dos jornais com a turma, “transformando a sala em uma verdadeira redação futurista e tornando a aprendizagem ainda mais significativa e envolvente para os estudantes”, conforme conclui Francieli.
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